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Aprenda a adaptar a iluminação da sua casa!


24/03/2017 14:47

Se tem uma coisa que poucos prestam atenção em decoração e que faz uma diferença enorme, é na iluminação. Um projeto de iluminação pode mudar totalmente um ambiente, valorizar pontos fortes da casa e criar um clima de aconchego, com diversos cenários possíveis. Para iluminar corretamente os ambientes da sua casa e deixá-la ainda mais bonita e visualmente confortável, confira as dicas a seguir!

Aprenda a adaptar a iluminação da sua casa!

 

#Dica01: Escolha a lâmpada certa.

Em áreas residenciais, são utilizados quatro tipos de lâmpadas: incandescentes comuns e halógenas, fluorescentes e de LED. Para escolher a mais adequada em cada situação e ambiente, são levados em consideração fatores importantes como a temperatura de cor de cada uma. Em ambientes onde o descanso e o lazer é prioridade, como salas, quartos, a dica é apostar em lâmpadas de luminosidade quente e amarelada. Já lugares que priorizam a concentração e o trabalho, como cozinhas e escritórios, lavanderias e banheiros, são beneficiados pela luz fria.

 

#Dica02: Na sala e no quarto opte por luzes difusas.

Spots e arandelas com lâmpadas amarelas e saídas duplas de luz deixam o ambiente acolhedor. Não é necessário utilizar iluminações fortes e diretas próximo à TV, por exemplo. No teto da sala, a dica é usar luminárias com luz voltadas para a mesa, para a hora do jantar. Já no quarto, a iluminação indireta é a mais indicada. Em cada lado da cama, coloque abajures com interruptores separados, para dar independência ao casal. Dimerizadores podem ser utilizados na iluminação de salas e quartos para que a intensidade da luz seja controlada em momentos de conversa ou para assistir um filme.

Aprenda a adaptar a iluminação da sua casa!

 

#Dica03: Na cozinha, use lâmpadas frias.

Lâmpadas fluorescentes que não têm calor nem criam sombra são ideiais para cozinha, pois aumentam o espaço. Outra opção é usar duas luminárias em caixa de acrílico, que escondem as lâmpadas. Instale em linhas paralelas no centro da cozinha. Outro detalhe importante são as luzes sobre as áreas de preparo e cocção, como bancadas e fogões. Nesses lugares, a luminosidade é fundamental para evitar que o próprio cozinheiro faça sombra na comida.

Aprenda a adaptar a iluminação da sua casa!

 

#Dica04: Luz objetiva no escritório.

O segredo de um escritório bem iluminado é colocar uma luminária de mesa perto da área de trabalho, com luzes frias. É interessante pensar em uma luz central no teto e pequenos focos de luz perto de prateleiras, livros e poltronas.

Aprenda a adaptar a iluminação da sua casa!

 

#Dica05: Jardins e áreas externas.

As luzes da área externa devem, além de iluminar o ambiente, incrementar a decoração dos jardins, garagens e fachadas, enaltecendo os pontos fortes do imóvel. O posicionamento e a proteção das lâmpadas nesse tipo de iluminação é o primordial, para prevenir brilhos intensos que gerem clarão e atrapalhem a visibilidade, causando desconforto. Para planejar o projeto de iluminação da sua casa, dê uma volta nela à noite, onde poderá notar os pontos que precisam de mais visibilidade, como caminhos, escadas e degraus.

Aprenda a adaptar a iluminação da sua casa!

Além de iluminar, a luz também possui papel decorativo, destacando curvas interessantes da casa, plantas e até de peças =)

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Sinalização de Acionamento de Tomada de Força


20/02/2017 18:06

 

As montadoras de caminhões têm desenvolvido modelos cada vez mais avançados tecnologicamente, equipados com transmissão automática ou automatizada, com motores eletrônicos menos poluentes e cabines que proporcionam maior conforto aos motoristas. Mas quando o veículo se destina a aplicação em canteiros de obra ou frentes de mineração, outro componente deve ser observado cuidadosamente pelo usuário: a tomada de força.

Responsável pela transferência de parte da potência do motor para a movimentação do implemento, a tomada de força é um item fundamental nos caminhões rodoviários destinados aos mercados de construção e mineração. Afinal, ela é que determina a eficiência da operação com o implemento, seja uma caçamba basculante para transporte de terra, um balão de betoneira ou um guindaste articulado (guindauto), entre outros, contribuindo para a maior produtividade do equipamento.

De acordo com Fábio Fraga Fernandes, gerente de vendas para aftermarket da Eaton, que fabrica tomadas de força, esse sistema pode ser de diversos tipos, mas três deles são os mais utilizados em veículos destinados para construção civil no país: o instalado na caixa de câmbio, o que é feito no volante do motor ou aquele realizado no virabrequim, também conhecido como bomba frontal. “No nosso caso, fornecemos somente a tomada de força na caixa de câmbio, tecnologia presente em grande parte das montadoras de caminhões para algumas classes de veículos”, diz ele.

Segundo Fernandes, esse tipo de tomada de força se destina especificamente a operações em que o implemento é acionado com o caminhão parado. “Um exemplo típico para esse caso é o basculamento da caçamba ou a movimentação do guindauto, mas essa tecnologia também se estende a qualquer implemento com acionamento hidráulico.”

Tipos de acoplamento

O especialista explica que as tomadas de força da Eaton são acopladas à caixa de câmbio por meio de uma abertura frontal, lateral ou inferior. A disposição do acoplamento é definida em função da configuração da caixa de câmbio, algo que já vem especificado pela montadora do veículo. “A montagem da tomada de força leva em consideração o layout do chassi do caminhão e pode ser realizada diretamente na concessionária ou pelo fabricante do implemento”, diz Fernandes. Ele explica que o recomendável é executar esse serviço antes da instalação do implemento, o que simplifica a operação. “Caso contrário, o trabalho será maior, exigindo a montagem por debaixo do chassi.”

O acoplamento entre a tomada de força e a caixa de câmbio pode ser feito de duas formas, conforme explica Emilio Paulo Fontanello, engenheiro do produto da Scania. Uma delas conta com a flange na ponta da caixa de tomada de força e transmite movimento por um eixo cardan. Denominado de “acoplamento via cardan”, esse sistema exige atenção especial ao acoplamento. “A tomada de força é um componente basicamente mecânico com acionamento elétrico, para que o conjunto do motor atenda à condição de rotação e torque no momento exato. Por isso, podemos dizer que ela é praticamente isenta de manutenção preventiva e requer atenção apenas para o seu acoplamento, principalmente se for feito por cardan”, ele pondera.

O especialista explica que o eixo cardan tem flanges e cruzetas nas extremidades, sendo que essas últimas necessitam de lubrificação periódica. Elas também se desgastam com o tempo, de modo que é indicada a realização de inspeção periódica para avaliar o seu estado de conservação. “As cruzetas do cardan devem ser substituídas antes da falha”, diz Fontenello. “A operação com cruzetas danificadas pode ocasionar outras avarias no veículo, pois, quando estão em movimento, elas podem bater de um lado para o outro, danificando outras peças que estejam próximas”, completa Fontanello.

Outro tipo de acoplamento na caixa de câmbio consiste na instalação da bomba hidráulica diretamente na tomada de força. Nesse caso, há um encaixe com estrias por dentro da tomada de força, de onde sai um eixo ligado ao motor hidráulico. Em suma, imagine uma tomada de força constituída por um furo, no qual há acoplamento do tipo macho/fêmea. Nesse sistema, ao se parafusar uma carcaça à bomba hidráulica e à caixa da tomada de força, a transferência de movimento ocorre por dentro dos componentes. Esse tipo de acoplamento, estriado e totalmente fechado, é mais silencioso do que os realizados por eixo cardan, pois elimina o ruído em operações como o basculamento da caçamba.

Operação em movimento

As tomadas de força instaladas na caixa de câmbio são as que os especialistas classificam como as mais simples e eficientes para operações com o veículo parado, como o acionamento da lança de um guindauto. Todavia, há operações em que o implemento precisa funcionar com o caminhão em movimento, como o clássico exemplo do caminhão coletor de lixo, ou, no ramo da construção civil, do balão da betoneira. Nesses casos, a tomada de força pode ser acoplada no trem de engrenagem ou diretamente no motor.

No caso do acoplamento no trem de engrenagem, o sincronismo entre as partes baixa e alta do motor é feito com correntes ou engrenagens dependendo do veículo sendo que, nos motores a diesel, o segundo tipo predomina. Dessa forma, o sistema subtrai parte da potência diretamente desse trem de engrenagens para acionar implementos que operem em regime contínuo. “A Scania oferece dois tipos de tomadas de força ligadas direto ao motor: a série ED e a EK”, adianta Emílio Fontanello. “Nas últimas, a rotação é constante, de modo que no momento da partida do veículo a tomada de força já começa a funcionar e mantém a rotação do implemento independentemente da aceleração do motor do caminhão”, ele explica.

Esse tipo de tomada de força é a principal opção para veículos cujo trem de engrenagens fica instalado na frente do motor, tornando impossível fazer o acoplamento nesse ponto. Nesses casos, nos quais a dificuldade de acesso implicaria furar o radiador para realizar a conexão, a tomada é realizada entre o motor e a embreagem. A solução conta com um conjunto de engrenagens instalado no volante do motor – que é uma peça pesada acoplada à embreagem, cuja função é manter o movimento inercial do motor. Por isso, o seu funcionamento independe do funcionamento da embreagem, sendo ideal para operações em movimento contínuo.

Outra forma de tomar força do motor pela parte dianteira é realizando uma passagem (furo) no radiador, algo que os especialistas classificam como uma solução de improviso portanto, com altos riscos de insucesso, uma vez que fere as características originais dos veículos. Entretanto, para alguns gestores de frota, a solução é indispensável no caso de transformar um veículo basculante em caminhão betoneira, por exemplo. Para realizar essa prática, o acoplamento deve ser feito por um eixo cardan e, nos sistemas que têm o acionamento por correia, há adaptações que permitem interligar a polia instalada na frente do motor ao eixo cardan e à bomba hidráulica.

Essa prática, como já foi observado, não é indicada pelas montadoras. Afinal, a abertura de um acesso pelo radiador, para se chegar à parte frontal do motor, amplia riscos de vazamento no sistema de arrefecimento, podendo gerar problemas de superaquecimento no veículo.

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5 dicas para deixar a sua cozinha bem iluminada


01/02/2017 17:37

A cozinha é um dos ambientes da casa onde, constantemente, você vai precisar passar uma quantidade maior de tempo, isso é certo. Tem gente que adora, mas também tem gente que não é muito adepto. Devido a isso é muito importante que você deixe o ambiente iluminado para não ficar com os olhos cansados após muito tempo por lá. Outro aspecto a se destacar é o risco de acidentes domésticos que acontecem nas cozinhas e uma boa iluminação reduz esse risco.

Porém, a iluminação acaba sendo deixada de lado por algumas pessoas na hora de projetar os seus móveis planejados.
 

1 – Pense bem na escolha da cor do piso.

Se você vai escolher um piso escuro (que fica muito bonito), precisará gastar mais com iluminação artificial e consequentemente pagará uma conta de energia elétrica maior. Com o piso claro, não há essa preocupação.
 

2 – Escolha Lâmpadas de LED.

De acordo com o Instituto de Defesa do Consumidor, as lâmpadas de LED são alternativas muito mais econômicas em comparação às lâmpadas incandescentes e, além disso, produzem menos calor.
 

3 – Não use apenas uma grande lâmpada no meio.

É claro que você não precisa deixar a sua cozinha com lâmpadas por todos os cantos como se fosse um cassino, mas é importante iluminar bem, principalmente os locais onde as tarefas serão realizadas (cortar ou lavar alimentos, por exemplo), para que você possa enxergar bem os alimentos.
 

4 – Considere a possibilidade de usar luzes encaixadas nos móveis.

Essas lâmpadas ajudam a iluminar alguns pontos específicos da cozinha e por não estarem em pontos não tão elevados, se aproximam bem dos locais onde as tarefas são realizadas, conforme mencionado na dica anterior.
 

5 – Use interruptores que controlem a intensidade da iluminação.

Os interruptores dimmers (esse é o nome técnico) são usados para controlar a intensidade da iluminação em cada ambiente. Você precisará de um especialista para ajudar nessa empreitada, porém o resultado é bem interessante e você consegue mudar a cara de um ambiente com o simples deslizar de um botão.

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Iluminação dinâmica na escola - Volta as Aulas


01/02/2017 17:30
A iluminação certa pode moldar o ambiente de aprendizagem nas escolas, de forma a manter as crianças concentradas e ajudar os professores a dar aulas. Estudos demonstram que as crianças respondem de forma positiva ao tipo certo de luz e testes realizados em Hamburgo demonstraram uma melhoria significativa do desempenho dos alunos em salas com iluminação dinâmica. A iluminação flexível permite até que os professores adequem o ambiente à tarefa a ser desempenhada.
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